HISTÓRICO do FIREFLY

29 set

O Mercado de combate a incêndio em Veículos Pesados e Fora de ESTRADA é estrelado pelo FIREFLY, nas versões DRY e WET. A evolução dos agentes usados no combate ocorreu de forma similar à proteção feita em cozinhas industriais. Falaremos um pouco mais a respeito a seguir.

Durante a década de 90, houve uma profusão de veículos FORA de ESTRADA e máquinas utilizadas em mineração.

Quando analisamos a proteção contra incêndio nessas máquinas, durante décadas, optou-se por Sistemas fixos, tanto de PÓ QUIMICO SECO como de CO2, pois ambos se comportavam bem com fogos TRIDIMENSIONAIS. 

O primeiro, pó químico seco, existente em extintores e destinado a fogos tridimensionais, se provava muito eficiente, mas a sujeira do pó era uma consequência notória.

Já o CO2 agia por abafamento, porém em ambiente aberto se dispersava com facilidade, além de ser tóxico e asfixiante em grandes quantidades.

No entanto, a EVOLUÇÃO também chegou aos motores. Cada vez mais exigidos em PERFORMANCE, começaram a ser dotados de TURBINAS, acionadas por sua vez pelos GASES DE EXAUSTÃO já aquecidos. Estes se tornaram as principais FONTES DE REIGNIÇÃO, agindo diretamente tanto no COMBUSTÍVEL como nos ÓLEOS HIDRÁULICOS.

Com isso, ficou constatado que tanto o PQS como o CO2 não conseguiriam dirimir a capacidade de reignição destas fontes. Surgiu finalmente um Agente para o COMBATE a INCÊNDIOS na forma LÍQUIDA, VLX (Vehicle Liquid Extinguisher), que, apesar de não ser o mais adequado a combater fogos tridimensionais, quando aplicado em forma de SPRAY NEBULIZADO provoca o RESFRIAMENTO e o ABAFAMENTO dos focos de INCÊNDIO.

A GIFEL disponibiliza seu equipamento FIREFLY, tipos D (dry) e W (wet) desenhados e desenvolvidos para a forma mais adequada aos RISCOS ATUAIS, tanto na forma anterior em PQS, como na mais atual, utilizando o líquido VLX, agente de extinção específico para uso VEICULAR.

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