
Você sabia que a pureza dos gases extintores pode ser o fator determinante entre o sucesso e o fracasso de um sistema de supressão de incêndio?
Se o gás estiver contaminado, ele pode corroer componentes, falhar no disparo ou até comprometer a segurança de áreas ocupadas.
Neste artigo, você vai entender por que a pureza dos gases é tão importante em sistemas fixos de combate a incêndio, quais são os riscos da contaminação e como garantir que seus cilindros atendam às exigências normativas e operacionais.
Continue a leitura e proteja o seu sistema da falha invisível mais perigosa de todas.
O que significa “pureza do gás” em sistemas de combate a incêndio?
A pureza de um gás extintor refere-se ao nível de concentração do agente ativo (como CO₂, argônio, nitrogênio ou Inergás) sem a presença de contaminantes, como umidade, óleo, partículas sólidas ou gases residuais indesejados.
Gases contaminados perdem desempenho, podem danificar o equipamento e ainda representar risco à saúde humana, especialmente em áreas ocupadas.
A pureza mínima exigida varia conforme o tipo de agente e a norma técnica, no caso do CO₂, por exemplo, a pureza deve ser superior a 99,5%.
Leia mais em: Como escolher o sistema de supressão de incêndio ideal para sua indústria?
Quais são os riscos do uso de gases contaminados?
A contaminação do gás pode ocorrer no momento da recarga, durante o transporte ou devido ao armazenamento inadequado. Veja os principais riscos envolvidos:
- Corrosão interna dos cilindros: A umidade em contato com CO₂ gera ácido carbônico, que corrói o aço do cilindro.
- Falhas no acionamento: Impurezas podem obstruir válvulas, dutos ou proporcionadores.
- Riscos à saúde: Gases impuros, ao serem liberados em áreas ocupadas, podem causar irritação respiratória ou reações tóxicas.
- Perda de eficiência: Gás contaminado compromete a taxa de descarga e pode não suprimir o incêndio conforme o projeto.
Ignorar esse fator é comprometer todo o sistema, mesmo que os demais componentes estejam em dia.
Como verificar a pureza dos gases utilizados?
A verificação da pureza exige análises laboratoriais e controle técnico rigoroso, que seguem padrões normativos como:
- ISO 8573-1 (classe de pureza para ar comprimido)
- ABNT NBR 12962 (para cilindros e extintores)
- Especificações da NFPA 12, 2001 e ISO 14520 (para sistemas de CO₂, agentes limpos e inertes)
Amostras devem ser coletadas em cilindros padrão e enviadas para análise cromatográfica, onde são avaliadas as concentrações e a presença de contaminantes críticos.
Veja também: Guia completo sobre normas NFPA e NBR aplicadas em sistemas de incêndio
Quem é responsável por garantir a pureza dos gases ?
A responsabilidade é desde o fornecedor do gás até a empresa que realiza a carga e manutenção dos cilindros.
Por isso, é fundamental exigir certificados de pureza do gás, com rastreabilidade da origem e processo de envasamento. Além disso, a recarga deve ser feita exclusivamente em unidades técnicas homologadas.
Empresas que utilizam fornecedores sem certificação ou que não seguem procedimentos normativos colocam todo o sistema de supressão em risco.
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Segurança é resultado de precisão, e a pureza do gás é parte fundamental disso.
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