| InergenTM |
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O histórico deste produto registra que o seu surgimento coincide com o início das viagens
espaciais. A patente deste gás, que e uma mistura de NITROGÊNIO, Argônio e CO2, pertence
ao Dr. Christopher Lambertson, hoje consultor da NASA.
Nas suas pesquisas, ele procurava determinar o limite da ausência de Oxigênio suportável ao ser humano . Como se sabe, a natureza nos proporciona o Ar atmosférico que também é uma combinação de gases, tendo como elementos preponderantes o N2 (70 %), O2 (21%) "num mundo ideal sem poluição", CO2 e alguns outros gases. Ora, respiramos e vivemos com os 21% de O2, mas suportaríamos a sua ausência até que proporção? Bom, Dr. Christopher foi reduzindo a sua participação do O2 na dosagem da mistura até próximo dos 15 %, quando constatou que poderia haver sobrevivência humana nesta faixa de Oxigênio, mas, curiosamente, o fogo não resiste a esta proporção. O Dr. Lamberton, sabiamente, patenteou o uso desta mistura de gases para a sua aplicação em extinção de incêndios. Por outro lado, para que o ser humano pudesse sobreviver a estas baixas concentrações de Oxigênio, Dr. Lambertson procurou estimular a respiração mediante a inserção de CO2 na composição da mistura, com a função única de fomentar a respiração, visto que a chama do incêndio não possue esta mesma "percepção". A utilização do Argônio visa unicamente estabelecer uma densidade de mistura próxima à densidade do Ar atmosférico, para que se proporcione uma homogeneidade do gás no ambiente protegido. Veja também matéria técnica sobre este assunto no link abaixo: InergenTM |