|
|
1975 - 2005
30 Anos de Trabalho, 30 Anos de Sucesso! |
|
Há três décadas atrás, o Brasil vivia um período de efervescência contínua com a expansão e
implantação de novas indústrias nos diversos ramos de atividade. A siderurgia avançava a passos
gigantescos através da implantação de uma série de novas usinas, assim como se consolidava a indústria
de petróleo com a construção de novas refinarias e complexos petroquímicos, acompanhados pelo
parque industrial como um todo, dentro de um ambiente totalmente favorável do "Milagre Econômico".
Tempos áureos aqueles, que também se mostraram cíclicos a partir de então. Neste período privilegiado, muitas empresas foram surgindo na esteira desta economia acelerada, entre elas a GIFEL, criada por um punhado de técnicos e profissionais especializados em sua área, voltada à proteção contra incêndio e preservação do meio ambiente, para atender a nova realidade aliada a todos os "bandeirantismos" possíveis e imagináveis para a época, conquistando uma posição de destaque no setor através de sua credibilidade que fazem com que permaneça ativa nos tempos atuais. |
|
Produtos desenvolvidos pela GIFEL, como por exemplo o esguicho ACQUAFOAM patenteado junto ao
INPI sob o número 7101463, e a sua participação ativa na extinção dos incêndios ocorridos na
GRANEL QUÍMICA e PETROBRÁS REPLAN, consolidaram a sua reputação no meio de Segurança Contra
Incêndios, aliado ao fato de ter sido a responsável pelo fornecimento da proteção por gás
carbônico, aos 18 (dezoito) hidrogeradores de ITAIPU ,
assim como aos de XINGÓ e TUCURUÍ, e
as belonaves da Marinha Brasileira, revelando também o seu pioneirismo nas aprovações de seus
equipamentos segundo as normas MIL STD.
Tal performance porém não apenas reforçou sua posição no mercado interno, como também atraiu a atenção de empresas congêneres no exterior com as quais foram estabelecidos laços técnicos e comerciais, visando complementar a sua própria linha de fabricação, adicionando itens de maior elaboração e tecnologia agregada, trazendo ao país os mais recentes desenvolvimentos nesta área, e dessa maneira nos permitindo absorver tão necessária tecnologia de ponta. |
|
Esta união com empresas como a MANDALS REBERBANE, a mais antiga e tradicional fabricante
de mangueiras de incêndio e de teares para a sua produção, estabelecida na Noruega desde
1775 e a ANSUL dos Estados Unidos, detentora de produtos e patentes como o ANSULITE e INERGEN,
ambas certificadas de acordo com a ISO 9001 e ISO 9002, respectivamente, nos leva a refletir
sobre a importância de andarmos em boa companhia como forma de acesso permanente a novas tecnologias.
Graças ao trabalho conjunto com a representada ANSUL a GIFEL Engenharia é certificada para projetar e instalar sistemas R 102 para proteção de cozinhas e sistemas A 101 que já representam um equipamento standard para a proteção das gigantescas máquinas tipo "fora de estrada", tanto caminhões como escavadeiras empregadas pelas mineradoras brasileiras. |
|
Nestes 30 anos a GIFEL que iniciou suas atividades na cidade de São Paulo, na
Rua Lucerna, 210 na região de Santo Amaro, passou por Várzea Paulista, chegando
enfim às suas instalações atuais em Cabreúva, também no estado de São Paulo.
Em 1988 é fundado o GBC - Grupo Brasiliero de Cilindros, que dentro da organização GIFEL passa a fabricar os cilindros, mantendo a tradição tão importante iniciada nos idos de 1975. Do começo da produção inicial da GIFEL podemos citar os seguintes exemplos: 1975 - Cilindros para o uso de gases permanentes, Oxigênio, Nitrogênio, Argônio, etc. Tornou-se fornecedora oficial da AGA, Oxigênio do Brasil e White Martins. 1976 - Cilindros para o uso em mascaras autônomas para a Draeger Lubeca, MSA do Brasil, padrão DOT 3AA (DOT - Department of Transportation). 1980 - Tubulões de armazenamento, comprimento 8 metros, para a Oxigênio do Brasil. |
|
Esta trajetória foi pontilhada por atividades pioneiras e inovadoras no campo automotivo onde
a GIFEL colaborou diretamente nas pesquisas e no posterior fornecimento de material.
Alguns exemplos são descritos adiante. Já em 1979 foram fornecidos cilindros para o uso de GMV - Gás Metano Veicular, fornecido ao IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP), gás originário do gás do lixo. Em 1981 num trabalho conjunto com a Volkswagen do Brasil foi desenvolvido e colocado em operação o primeiro caminhão movido a GMV. Ainda em 1981 foi feita a primeira carreta de GN (Gás Natural) e cestas de armazenamento para a Petrobrás. Em 1984, junto com a Sanepar, foi colocada em operação a primeira frota de carros movidos a GMV, empreitada feita em conjunto com a Rodagas e a Ermeto. No mesmo ano, colaborando com a Dedini, foi realizado o projeto Methax de acionamento de veículos por Biogás proveniente do tratamento de resíduos da produção do álcool de cana de açúcar. Hoje este pioneirismo continua com o fornecimento de cilindros para carretas bi-trem e de três eixos para o transporte de Gás Natural. |
|
Em 1978, criou-se junto a este grupo uma divisão de engenharia, que passaria a ser denominada
"Engenharia de Incêndio" e visava a utilização dos cilindros fabricados pela GIFEL nas mais
variadas aplicações.
O pioneirismo no campo da detecção, alarme e combate a incêndio em empreendimentos hidroelétricos contabiliza uma respeitável lista de usinas, a saber: as já citadas ITAIPU, Xingo e Tucuruí, às quais se somaram Corumbá, Ilha dos Pombos, Serra da Mesa, Nova Avanhandava, Rosana, Machadinho e Matala (em Angola). Com o advento da GIFEL Engenharia foram projetados, fornecidos e instalados sistemas de detecção, alarme e combate em várias tecnologias, tais como Halon 1301, CO2, Inergen, água (water spray) e espuma. CPD's - Centro de Processamento de Dados, bibliotecas, salas fortes e outras instalações foram protegidas por estes sistemas. Alguns dos diversos CPD's que receberam proteção GIFEL: Mercedes Benz-CO2, HSBC, EDS - Electronic Data Systems e Serasa-Inergen. |
|
A GIFEL não ficou alheia aos projetos nucleares brasileiros tendo fornecido a proteção da
Sala de Controle da Usina Nuclear de ANGRA II. Ainda na área de energia a GIFEL forneceu
a proteção por Nitrogênio em transformadores, obra Gravatai.
Desde cedo ocorreu o desenvolvimento de projetos para a proteção a plataformas de perfuração e produção de petróleo, navios Cargueiros e Petroleiros da frota Nacional e belonaves da Marinha Brasileira. |
|
Um grande e bem sucedido desafio foi o fornecimento, instalação e testes de comissionamento
do sistema de proteção por canhões monitores lançadores de espuma
das três eclusas fluviais
que permitem a navegação no Rio Tietê: Jupiá, Ibitinga e Bariri. Outro desafio vencido foi
a proteção através de canhões monitores de controle remoto
instalados na unidade da REFAP
no Rio Grande do Sul.
|